terça-feira, 4 de novembro de 2008

10 LIÇÕES PARA A ENXAQUECA

Jornal de Santa Catarina - Saúde - 27/10/2008


MANTER AS CRISES SOB CONTROLE NÃO DEPENDE SÓ DE MEDICAMENTOS. SAIBA QUE ATITUDES PODEM OFERECER MAIS CONFORTO AO SEU DIA-A-DIA
A dor de cabeça é capaz de tirar o humor de qualquer pessoa. Dependendo da intensidade e da freqüência, pode roubar anos de vida saudável. Na lista das doenças que mais incapacitam, segundo a Organização Mundial da Saúde, a enxaqueca, um dos tipos mais devastadores, figura na 20ª posição, à frente até do diabetes e da aids.
Nos últimos anos, um arsenal de medicamentos trouxe alívio para grande parte das crises. Mantê-las sob controle depende tanto de remédios quanto de
atitudes. Apesar de haver centenas de tipos de cefaléia, há lições que são úteis para todos os pacientes. Leia a seguir as dicas de especialistas sobre como evitar que a dor de cabeça assuma o controle da sua vida.
Não se assusteQuem começa a ter dores de cabeça com alguma freqüência logo pensa que é portador de uma doença grave. Especialistas afirmam que essa é uma reação normal, mas não há motivo para pânico. Cerca de 95% das dores de cabeça não são sintomas de uma outra enfermidade. São, por esse motivo, conhecidas como primárias – a dor de cabeça é a doença em si.
Apesar de não terem gravidade, podem incomodar muito. Por isso, não negligencie as crises. Quando os sintomas aparecerem mais de duas vezes por mês, procure um especialista e siga o tratamento recomendado.


Faça um diário das crisesCada vez que a cabeça começar a doer, pegue papel e caneta e faça anotações. Escreva onde dói, como é a dor, se você tem enjôos, tonturas, aversão à luz ou ao barulho, quanto tempo durou a crise, qual foi o remédio ingerido, se a medicação fez efeito ou não, o que você comeu antes, o que fez durante o dia, se teve de interromper as atividades que estava fazendo por causa do mal-estar, entre outros detalhes.
Todas essas informações ajudarão seu neurologista a diagnosticar o tipo de dor de cabeça (existem mais de 300) e indicar o tratamento correto.
Aprenda a identificar os sinais
As dores de cabeça costumam ter início, meio e fim. Antes de surgir, o corpo emite alguns sinais que podem ajudar a prever uma crise. Por exemplo: dois dias antes, você se sente animado e louco por chocolate. O que o leva a procurar alimentos doces pode ser o começo de um episódio. Ou um cansaço desmedido ou bocejos sem motivo, etc.
Tenha analgésicos à mão
As cefaléias começam fraquinhas e vão aumentando de intensidade com o tempo. Quando estão na fase inicial, é hora de tomar o remédio. Em geral, os brasileiros esperam a dor passar sozinha, o que é um erro. Agir rápido evita que a dor assuma o controle e obrigue-o a abandonar suas atividades. Os analgésicos demoram mais tempo para fazer efeito em quadros de dor intensa e podem levá-lo a abusar da dose, o que no futuro pode ser ainda mais prejudicial.


Siga uma rotina regrada
Quem sofre de dor de cabeça não deve cometer excessos. Dormir demais pode desencadear uma crise. Dormir de menos também. Abusos à mesa ou dietas restritivas quase sempre figuram entre os culpados. Embora seja difícil levar uma vida totalmente previsível, faça as escolhas em prol do seu bem-estar sempre que puder. Às vezes, a decisão de não repetir a sobremesa ou ir para a cama mais cedo pode poupar horas de intenso sofrimento.

Mantenha seu peso
Estudos indicam que pessoas obesas têm mais dor de cabeça. Ainda não se sabe por que isso ocorre, mas é consenso que estar em paz com a balança pode evitar que o problema se torne crônico. Uma das hipóteses é que o acúmulo de células adiposas cause um aumento nos níveis de diversas substâncias inflamatórias associadas às crises, como as interleucinas que interferem na modulação do processo doloroso.
Pratique uma atividade física
O organismo produz substâncias que agem como analgésicos naturais, como a endorfina. Fazer exercícios físicos de forma moderada e regular turbina a produção desses compostos, que ajudam a controlar a dor sem remédios.

Não abuse dos analgésicos
O fato de a maioria dos analgésicos serem vendidos sem necessidade de prescrição médica não significa que eles não ofereçam risco ao organismo. Pelo contrário, o uso excessivo desse tipo de medicação causa o que os especialistas chamam de dor de cabeça por rebote: a crise volta ainda mais intensa. Tais drogas desregulam a ação dos mecanismos cerebrais que ajudam o corpo a controlar a dor por conta própria. A ingestão de um comprimido mais de duas vezes por semana durante três meses já é o suficiente para transformar uma dor de cabeça eventual em crônica.

Crie seus próprios métodos
Para alguns, encher a testa com lascas de batata é uma forma poderosa de alívio. Fazer isso não está errado. Segundo especialistas, em contato com a pele, que é mais quente, a batata favorece a constrição dos vasos sangüíneos da cabeça que se dilatam nas crises. É possível optar também pelas bolsas de gel geladas ou compressas de água fria. Mas você também pode criar seus próprios métodos para se ver livre da sensação desagradável mais rápido, como dormir, ficar em um quarto escuro e silencioso, fazer uma sessão de alongamento ou massagem. Conhecer a fundo o que lhe desencadeia a dor ajuda a inventar formas criativas para debelar as crises.

Preste atenção à dorEmbora, na maioria das vezes, sejam benignas, as dores de cabeça podem, sim, ser sintoma de algo mais grave. Quem já sofre de cefaléia crônica deve procurar um atendimento de emergência quando perceber que a dor mudou bruscamente de comportamento.
Para os menos acostumados, especialistas listam pelo menos quatro sinais de preocupação:
a) dor de cabeça que começa depois dos 50 anos;
b) dores freqüentes e com caráter progressivo;
c) dores súbitas e intensas que levam apenas dois minutos para se instalar e
d) dores que vêm acompanhadas de alterações de consciência ou visuais ou ainda de perda de sensibilidade ou de força em partes do corpo. Mais raras, as chamadas cefaléias secundárias merecem atenção especial, pois podem ser provocadas por infecções, tumores ou acidente vascular cerebral (AVC).

Fontes: Neurologistas Alexandre Perla, coordenador do Ambulatório de Cefaléia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Fernando Kowacs, do Hospital Moinhos de Vento, e Liselotte Menke Barea, coordenadora do Ambulatório de Ensino em Cefaléia da Santa Casa de Porto Alegre.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

MUSCULAÇÃO PODE RESOLVER DORES NO PESCOÇO

G1 - Ciência e Saúde/ Online - Musculação - 16/01/2008


Exercícios de força ajudam a tratar dores crônicas. Mulheres sofrem mais com o problema do que os homens.

As dores musculares são um dos flagelos da modernidade. Horas sentados em cadeiras inadequadas, longos períodos de trabalho ao computador e posturas incorretas quando o trabalho é mais pesado levam milhões ao absenteísmo e aos consultórios médicos. Mais da metade dos adultos nos países desenvolvidos desenvolveu um episódio de dor nas costas ou pescoço nos últimos 6 meses.
O impacto econômico das dores crônicas nas costas e especialmente na região do pescoço é estimado em 1% do produto interno bruto dos Estados Unidos e da Europa. Uma das observações dos grupos que estudam as doenças do trabalho mostra as mulheres sofrendo mais do que os homens de dores crônicas no pescoço.
Um time de pesquisadores dinamarqueses resolveu estudar o efeito do treinamento físico sobre os quadros dolorosos do pescoço. A atividade física é tida como um dos tratamentos disponíveis para cervicalgia.
Porém qual o melhor método? Exercícios de força (musculação) ou condicionamento físico tradicional.
Foram mais de 170 mulheres inscritas na pesquisa, distribuídas em três grupos que seguiram uma das estratégias de tratamento: treinamento específico de força (musculação), Condicionamento físico tradicional ou aconselhamento médico. As sessões se repetiam 3 vezes por semana durante 10 semanas.
Os participantes classificavam a dor que sentiam em uma escala visual de 1 a 100, além de quantificar a dor como um todo também era avaliada aquela considerada a pior.
Os resultados mostraram que o grupo de treinamento de força trouxe um alívio maior às dores no pescoço do que os outros métodos de treinamento. A melhora foi estatisticamente significativa com queda de 50% na pior dor sentida e no quadro de dor em geral.
O trabalho cientifico e seus resultados está publicado na última edição da revista "Arthritis Care and Research".
Po Luis Fernando Correia (médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN)




quinta-feira, 9 de outubro de 2008

ESPINAFRE AUXILIA NOS RESULTADOS!

MBPress - Nutrição - 08/05/2008
Um estudo elaborado por cientistas da Universidade de Rutgers, no estado americano de Nova Jersey, apontou que
o consumo de espinafres pode influenciar na velocidade de crescimentos dos músculos, assim como ajudar pessoas com quilinhos a mais a perder peso.Os pesquisadores retiram esteróides presentes nas folhas da verdura e o colocaram em contato com tecidos musculares humanos. Ficou constatado que a substância acelera o aumento da musculatura em até 20%.

Para confirmar a teoria, os estudiosos fizeram os testes em ratos de laboratório e resultado apresentado foi o mesmo, já que também houve crescimento. A pesquisa foi publicada na revista especializada New Scientist. Segundo os especialistas, os compostos orgânicos agem diretamente sobre as proteínas presentes nos músculos, acelerando seu aumento.

Entretanto, quem deseja aumentar sua massa muscular não deve se animar tanto.
De acordo com as pesquisas, para obter os efeitos de crescimentos é preciso comer, no mínimo, um quilo de espinafre por dia.
Portanto, é indispensável o consumo de proteínas e caboidratos para atingir maior volume de massa muscular.
O estudo também comprova que o consumo da verdura ajuda a perder peso, ao diminuir processamento da digestão de gordura em nosso organismo e estender a sensação de plena satisfação do apetite.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

SAÚDE E BEM-ESTAR PARA A MAMÃE E O BEBÊ!

Atividade Física na gravidez

Atualmente a conscientização sobre saúde aumentou consideravelmente e muitas pessoas se preocupam em manter-se ativas e sadias.


Apesar disso, ainda pouquíssimas gestantes procuram fazer uma atividade física... E na verdade muitas não têm o conhecimento da influência da atividade física na gestação ou no pós-parto. A maioria que procura, ainda tem em mente apenas objetivos estéticos como não engordar tanto, etc...


A atividade física ajuda na formação de uma imagem corporal positiva e proporciona melhora na auto-estima e na qualidade de vida. Além destes benefícios, evita o ganho excessivo de peso, reduz o estresse cardiovascular, estimula a boa postura, previne a diabete gestacional e auxilia no trabalho de parto.




Durante a gestação, a atividade física não visa objetivo estético ou performance, e sim:




Adaptar o corpo às mudanças estruturais próprias da gestação;


Proporcionar relaxamento, bem-estar e saúde;


Fortalecer a musculatura mais solicitada durante a gravidez e no parto;


Melhora da circulação;


Mais disposição e auto-estima;


Alívio de dores lombares e cansaço nas pernas, etc...


Melhorar o condicionamento físico e a respiração;


Diminuir as tensões e a ansiedade;


Fazer com que a recuperação do corpo no pós-parto seja muito melhor e mais rápida.




É importante esperar a liberação médica (geralmente após a 12a. semana, pois antes disso o feto está em formação e fixando-se, mas em alguns casos pode ser até antes) e ter um profissional de Educação Física capacitado para orientar a gestante durante a atividade, mas com certeza os benefícios são inúmeros.


E já é comprovado que filhos de mamães ativas são mais saudáveis e muito mais propensos a fazer atividade física!




Veja só a pesquisa que saiu em 16/04/2088 no MB Press:


"Fazer exercícios físicos regulares durante o período da gravidez pode trazer benefícios muito maiores aos filhos do que as mães. Além de ajudar no bem-estar da mulher, as atividades melhoram a saúde vascular dos bebês, aponta um estudo apresentado durante o congresso anual da Sociedade Americana de Fisiologia.
Os pesquisadores mediram a freqüência cardíaca e suas variações de bebês entre 28 e 36 semanas de gestação, de mães que praticam exercícios leves freqüentes ao menos três vezes por semana.
Os exames confirmaram a tese e apontou que fetos expostos a atividades físicas têm batimentos cardíacos menores em relação aos de mães que não praticam exercícios físicos regularmente."



Para quem já faz atividades físicas e engravidou ou está pensando em engravidar, muito provavelmente você poderá sim manter-se ativa durante a gravidez. Quem nunca fez, ou está a muito tempo parada, também pode começar. Mas sempre após a liberação do médico e com acompanhamento de um professor capacitado para o acompanhamento da gestante.




Com certeza é necessário e indispensável adapatar a aula às necessidades individuais nesse período. A intensidade da aula deve ser mais baixa para que não comprometa o feto, e também muitos exercícios devem ser adaptados, no decorrer da gestação, por motivos posturais.
Há restrição em algumas posições (decúbito ventral) ou determinados execicios (que tenham sobrecarga na coluna, favoreça hiperlordose, etc).


Os exercícios que influenciam no parto são os que trabalham o fortalecimento e a resistência, principalmente de músculos adutores, lombares, abdominais, e outros. Além do trabalho de respiração.


A frequência cardíaca (FC) e a pressão arterial devem ser monitoradas.


Em média, a FC não deve subir além de 140bpm, e deve-se evitar que a temperatura corporal da mãe suba muito. A temperatura do feto é sempre mais alta e se a da mãe subir demais, pode ocorrer o sofrimento fetal.


A recomendação é de 40 minutos a 1 hora, 3 vezes por semana.




Atenção: Exercícios p/ gestante estão bem longe de “promover atletas”, muita gente tem medo pois não se considera “apta” p/ malhar, medo de não agüentar, de ser intenso, pesado, etc... Precisamos mudar essa mentalidade, os exercícios só vêm a favorecer.




Infelizmente, quando há gravidez de risco é proibida qualquer atividade física, qualquer mínimo esforço já deve ser evitado. Nesse caso, relaxamento, meditação e exercícios de respiração, ajudam a controlar a ansiedade e ficar mais tranqüila.




Converse com seu médico e com seu professor e proporcione mais saúde e bem-estar a você e seu bebê!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

FUTURAS MAMÃES CONTRA A DEPRESSÃO!


Depressão em grávidas e exercício

Redação SRZD - Gestante - 06/09/2008

A depressão em mulheres grávidas pode ser evitada com exercícios físicos, aponta um estudo da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Publicado na revista "Annal of Behavioral Medicine", o trabalho mostra que 11% das mulheres sofrem problemas psicológicos ao longo da gestação. Após o parto, os casos de transtornos podem aumentar entre 9% e 16%.
A depressão não só prejudica a mãe, como também ao bebê. O estresse e a tristeza súbita nem sempre podem ser tratados com remédios, o que implica em terapias alternativas. De acordo com os cientistas norte-americanos, os exercícios físicos diminuem os impactos que as mães sentem ao se olhar no espelho durante a gravidez.
A autora do estudo, Dra Danielle Downs, informa que cerca de 70% das mulheres ficam inativas durante a gravidez. E que doenças como a diabetes, ou o aumento de peso exagerado pode ser facilmente evitado se o ócio for quebrado.
O ideal é cerca de 120 minutos de atividades físicas por semana, englobando exercícios controlados e pouco agressivos.

ATIVIDADE FÍSICA NA PREVENÇÃO DO CÂNCER


Exercícios previnem câncer mesmo nos magrinhos, afirma novo estudo

G1 (g1.globo.com) - Atividade Física - 17/08/2008


A relação entre obesidade e um risco aumentado de câncer já está estabelecida. Nesses casos, a atividade física pode funcionar como estratégia de prevenção diminuindo a massa corporal gorda e o risco dos tumores.

A dúvida era se o efeito protetor dos exercícios se mantinha nos indivíduos magros.


Pesquisadores do governo do Japão realizaram uma pesquisa sobre o impacto dos exercícios sobre o câncer na população japonesa, naturalmente mais magra do que os ocidentais. Durante nove anos, cerca de 80 mil japoneses, que tinham idades entre 45 e 54 anos em 1995, foram acompanhados. Os participantes responderam a questionários sobre sua atividade física.

Os dados recolhidos na pesquisa foram cruzados com os registros nacionais de casos de câncer, para que uma possível relação pudesse ser evidenciada. A quantidade de exercícios está diretamente relacionada à incidência de tumores malignos. A diminuição de risco entre o grupo que mais se exercitava e os menos ativos chegou a 13% nos homens e 27% nas mulheres. Entre os tumores que tiveram seu risco diminuído estão os de intestino grosso, fígado e pâncreas.


Portanto, mesmo que você não esteja acima do peso, não perca tempo e comece logo a se exercitar. A pesquisa japonesa está publicada na edição de agosto da revista médica "American Journal of Epidemiology".

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

APRENDA A LIDAR COM A TPM E VIVA MELHOR!

Ansiedade, irritabilidade, agressividade: estas são apenas algumas das características de uma mulher em plena crise de TPM (tensão pré-menstrual).
Diferente do que muita gente pensa, a TPM não é uma "frescura" do sexo feminino. Pelo contrário: ela pode ser considerada, segundo o médico especialista em Ginecologia e Obstetrícia Eliezer Berenstein, uma doença - mais especificamente, uma síndrome. "Ela se encaixa nos catálogos internacionais de doença, mas tem características de síndrome, porque apresenta sintomas: cerca de 150", explica.
Durante esse período, o convívio se torna mais complicado e, de certa forma, delicado. Os hormônios da mulher ficam à flor da pele e um surto de histeria ou de lágrimas pode acontecer a qualquer momento. "A mulher fica muito mais sensível do que o normal e a sua reação depende do tipo de TPM que tem", complementa Berenstein.
OS TIPOS DE TPM:
Existem diferentes tipos e sintomas de TPM. Cada mulher que tem a síndrome se enquadra em um ou mais deles.
Tipo A: Predominam sintomas de ansiedade, irritabilidade, agressividade, tensão nervosa, hostilidade;
Tipo D: Predominam sintomas de depressão, desânimo, desinteresse, perda de produtividade, esquecimento, choro imotivado, insônia, perda de interesse pelas atividades, desorientação, pensamento suicida;
Tipo C: Predominam sintomas de compulsão por doces, aumento do apetite, dores de cabeça, palpitação, cansaço, tonturas;
Tipo H: Predominam sintomas de retenção de líquido, aumento de peso, inchaço das mamas, mãos, pés, e abdome.
Independente do tipo, o fato é que a TPM interfere no dia-a-dia da mulher e de quem mais estiver à sua volta - marido, família, etc, chegando até ao ambiente de trabalho. Muitas perdem a determinação pelas atividades, não conseguem cumprir os prazos e chegam a ter problemas de absenteísmo e presenteísmo. Outras acabam se irritando com mais facilidade, têm crises nervosas, ficam mais ativas e pressionam mais os subordinados.
DICAS PARA TODOS OS TIPOS DE TPM:
Faça exercícios físicos: Atividade física é uma excelente opção, pois reduz a tensão, diminui a depressão e aumenta a auto-estima, melhora o estado psíquico, o humor e o nível de tolerância à dor, em parte, devido à liberação de hormônios, as endorfinas, que trazem uma sensação de prazer e bem-estar.
O esforço ajuda de duas formas: ativa a produção da serotonina, substância que provoca sono e ajuda a tirar a dor;
e melhora a circulação sanguínea, facilitando o retorno do sangue nos músculos contraídos e diminuindo o inchaço nesse período.
Beba bastante água: A água é fundamental para o funcionamento geral do organismo, pois ajuda a prevenir a retenção de líquidos, facilita a eliminação de toxinas e diminui a fadiga. Deixe uma garrafa de água na mesa do escritório, no carro, na bolsa...
Coma frutas: No mínimo três porções ao dia, todos os dias. Pode ser na sobremesa ou nos lanches entre as refeições.
Coma vegetais: No almoço e no jantar, coma vegetais crus e cozidos.
Invista nos carboidratos complexos, prefira os cereais integrais.
Maneire nas gorduras animais e aposte nas gorduras boas (nozes, peixes, abacate, canola).
Até chocolate: Biscoitos integrais, nozes, barras de cereais e até um pouquinho de chocolate amargo de vez em quando.
Aveia: Inclua na sua dieta mais aveia, linhaça e iogurte.
Dica: Se você costuma ganhar aqueles dois quilinhos no final de semana ou tem muita vontade de doce no fim do dia, está faltando carboidrato.
Magnésio: Mineral que atua em conjunto com o cálcio, ajudando a relaxar a musculatura e a diminuir o inchaço e a vontade de comer doce.
Principal fonte: figo, aveia, beterraba, acelga, quiabo, alcachofra, abacate, banana, nozes e castanhas. Também valem: tofu, germem de trigo, caju, feijões, cereais integrais, chocolate amargo.
Dica: Grandes vontades de chocolate podem ser deficiência de magnésio!
O que fazer de 10 a 15 dias antes da menstruação:Diminua gorduras animais, frituras, álcool, sal, açúcar e doces e bebidas com cafeína (café, chá preto e mate, refrigerantes à base de cola, guaraná).
Aumente ainda mais a quantidade de água. Tente ingerir pelo menos três ou quatro copos a mais do que aqueles que costuma beber.

Terapias alternativas para as crises:
A acupuntura é uma das terapias alternativas utilizadas que substituem as drogas e evitam os efeitos colaterais no organismo. A técnica é eficaz no aumento da diurese, das dores e cólicas, e na redução das oscilações emocionais e da ansiedade.