sexta-feira, 30 de julho de 2010

CORRIDA E GRAVIDEZ

Uma boa armadura
A gravidez tardia oferece mais riscos às mulheres; mas a corrida antes, durante e depois da gestação fortalece o corpo e aumenta a auto-estima da futura mamãe.

Desde que as mulheres ganharam mais espaço no mercado de trabalho –e no mundo–, começaram a expor e a cuidar mais do corpo, os princípios –assim como as prioridades– mudaram. Casamento, relação estável e o peso de carregar uma barriga por nove meses foram, gradativamente, perdendo espaço para as conquistas pessoais, profissionais e estéticas. Hoje, o número de mulheres que decide ter o primeiro filho após os 40 anos aumentou em 50%, quando comparado há dez anos.
No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a proporção de nascimentos em mães com 40 anos ou mais passou de 1,75%, entre os nascidos vivos em 1996, para 1,95% em 2002. Ou seja, um crescimento de 11% em apenas seis anos. Em São Paulo, esse aumento é o dobro da média nacional.
Segundo a médica obstetra Tânia Regina Schupp, doutora pela Faculdade de Medicina da USP e professora do departamento de obstetrícia da Faculdade de Medicina da USP, a mulher que atualmente opta por engravidar após os 40 anos necessita conhecer plenamente os fatores associados ao maior risco para a mãe e a criança. "Desse modo, ela pode buscar assistência médica adequada e especializada e também planejar o nascimento", explica.

Principais riscos da gravidez tardia

:: Maior chance de aborto. Em geral, 60% dos abortos após 40 anos são relacionados à má formação fetal.

:: Mais chances de o bebê nascer com Síndrome de Down. “O óvulo da mulher esperou 40 anos para sofrer uma mutação genética. Estima-se que uma em cada cem mulheres tenha um bebê com a síndrome”, explica a médica.

:: Possibilidade de ter diabete e hipertensão gestacional.

:: Indisposição e mais dores musculares.


Mãe aos 40, corpinho de 20
E, até para encarar o puxado ritmo da rotina feminina –que tende a diminuir quando a decisão de engravidar surgir–, a atividade física é importante. Quando a cegonha chegar, sustentar o barrigão ficará muito mais fácil. “Uma mulher com bom preparo físico e rígida aos 40 anos, pode ter mais capacidade para enfrentar uma gravidez do que uma de 20, fumante, sedentária e com maus hábitos alimentares e de vida”, afirma Antônio Aleixo Neto, professor-adjunto de ginecologia e obstetrícia da Faculdade de Medicina da UFMG e mestre em saúde pública por Harvard.
Segundo a treinadora Adriana Piacsek, da assessoria TPM (Treinamento para Mulheres), com o passar dos anos, a mulher sofre perdas significativas de massa magra e óssea e a corrida, por ser uma atividade de impacto, ajuda a manter o ganho de massa, deixando a mãe mais preparada para a gestação. “Mas isso independe da idade. Uma mulher que pratica atividade física regularmente e decide engravidar passará, de uma maneira geral, por um período de gestação melhor do que uma mulher, na mesma idade, sedentária.”

Cuidados indispensáveis
O organismo feminino está no auge da sua fertilidade e da boa capacidade física na faixa entre os 20 e 30 anos. Com o passar da idade, vai ocorrendo maior desgaste de vários órgãos e estruturas, o que pode comprometer o bom andamento da gravidez. Como a gravidez exige muito da parte física, a corredora vai ter um condicionamento melhor para enfrentar esse período, do que uma grávida sedentária.
“Mas o exercício físico não influi em nada sobre os problemas genéticos; não aumenta nem diminui as chances de o bebê nascer com alguma síndrome”, afirma Tânia, professora da USP.
Segundo Adriana, a atividade física servirá para minimizar o inchaço, controlar o peso, elevar os níveis de serotonina – hormônio responsável pela sensação de bem-estar– e fazer a mãe se sentir bem e saudável. “Consequentemente o bebê também se favorece com tudo isso.”

A arquiteta Cláudia Dias, 44, planejou a gravidez e, como foi alertada de que a gestação corria alguns riscos por causa da idade, começou a praticar um esporte que gostasse. “Pensei em outras atividades, mas encontrei na corrida um exercício leve, prazeroso, não muito caro e mais simples, já que eu posso correr na rua na hora que quero”, conta.
Ela não sabe como teria sido se não tivesse dado as muitas passadas antes de engravidar, mas garante que não se arrepende das horas perdidas com a corrida.
O médico Aleixo Neto, ressalta ainda que a futura mamãe que tem no histórico a prática de exercício física terá menos problemas com o aumento descontrolado de peso. “É evidente que uma mulher não necessita ser uma atleta para uma gravidez saudável. Bastam alguns cuidados básicos: exercícios aeróbicos leves, alimentação saudável, hábitos de vida adequados”, diz.

Benefícios da corrida para mamães e bebês

:: Maior chance de parto normal;

:: Aumento do bem-estar maternal, senso de controle e energia;

:: Controle do excesso de peso e retorno mais rápido ao peso inicial (antes da gravidez);

:: Controle da perda da densidade dos ossos durante o período de lactação;

:: Os bebês nascerão com menos gordura, o que minimiza riscos de doenças cardiovasculares;

:: As crianças nascem mais calmas e sofrem menos com cólicas intestinais.

Fonte: pesquisa do American College of Obstetricians and Gynecologists, de 2002, publicada pelo American Collegue of Sports Medicine, em 2006

Fonte: O2





 

O VÍCIO DA ATIVIDADE FÍSICA

O "barato" do atleta é comum entre aqueles que fazem atividades prolongadas, como é o caso dos corredores de longa distância, e é descrito como uma sensação de euforia, bem estar, e alteração da percepção do tempo e espaço.
Essas sensações não costumam ser descritas entre os atletas de atividades de curta duração como os velocistas e em esportes que exigem frequente mudança da demanda de força e ritmo da atividade, como é o caso do futebol, basquete, tênis, etc. Curiosamente, não há descrição na literatura desse "barato" entre nadadores, apesar da natação ser um esporte com ritmo regular e repetitivo como a corrida. Já existem evidências apontando que a corrida é especialmente associada a essa sensação de prazer, em parte por causa dos repetidos traumas na pele que promovem a liberação de substâncias que agem tanto no sistema nervoso central como no periférico.
Até a década de 60, acreditava-se que o "barato" do atleta era decorrente do aumento dos níveis de catecolaminas, substâncias da linha da adrenalina. Com a descoberta da endorfina, que é como se fosse um tipo de morfina produzida pelo próprio corpo, passou-se a acreditar que todo o "barato" do atleta podia ser explicado pelo aumento dos níveis de endorfina no sangue, criando-se então um mito popular sem comprovações científicas.
No ano de 2003, foi demonstrado que o exercício físico é capaz de ativar o sistema endocanabinóide e isso transformou radicalmente o entendimento do "barato" do atleta. Esse sistema é composto de receptores chamados de canabnóides, e estão distribuídos não só no cérebro e nervos periféricos, mas também no pulmão, na pele e nos músculos. No cérebro, seu efeito maior é o de inibição da atividade dos neurônios e a anandamida é o neurotransmissor que se liga aos receptores canabnóides do cérebro mais estudado. São nesses receptores que age o princípio ativo da maconha (tetrahidrocanabinol), e os efeitos são bem semelhantes aos da anandamida.
Já é bem reconhecido que a ativação do sistema endocanabinóide estimula o sistema de recompensa cerebral, que é ativado toda vez que fazemos algo que dá prazer e sinaliza ao cérebro que vale a pena repetir a experiência quando esta é prazerosa. A relação entre esses dois sistemas sugere que os endocanabinóides são fortes candidatos para explicar o vício em exercício físico que algumas pessoas desenvolvem. Nesse contexto, vício significa que ficar alguns dias sem atividade física pode levar a sintomas como ansiedade e alterações de humor, e isso pode acontecer mesmo entre as pessoas que praticam atividade física sem exageros, sem compulsão. Nos casos de comportamento compulsivo, o vício na atividade física passa a ser algo negativo, pois começa a comprometer outras dimensões da vida, como por exemplo, o convívio com a família. Felizmente, na grande maioria das vezes, esse vício é um grande aliado da saúde física e mental.

por Ricardo Teixeira (Doutor em Neurologia pela Unicamp)

BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE CARDIOVASCULAR

Exercícios devem ser realizados com moderação e orientação de especialista

A atividade física promove uma série de benefícios à saúde, desde que realizada com moderação e com a devida orientação médica. Os exercícios físicos reduzem os níveis de insulina no sangue e de triglicérides, aumentam o HDL (bom colesterol), melhoram a circulação sanguínea nas pernas, além de ser coadjuvantes no tratamento da insuficiência cardíaca.

“Antes de iniciar a prática de exercício, é importante passar por uma avaliação física completa com exames bioquímicos que verificam a presença de risco cardiovascular. Dependendo do quadro clínico, idade e a existência de agentes desencadeantes para a doença arterial coronariana, o próximo passo é a realização de ecodoppler de estresse ou teste ergométrico”, explica dr. Paulo Moreira, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo Regional Marília.

Não existe limite de idade para iniciar a prática de exercícios regulares, de intensidade leve a moderada. Para calcular a intensidade do exercício aeróbio é necessário o uso de fórmulas ou se nortear pelo teste ergométrico. A associação de programa aeróbio leve-moderado com programa de exercícios resistidos com baixa carga, duas ou três vezes por semana, se mostra mais eficaz no controle de fatores de risco metabólico e não são danosos à saúde cardiovascular.
“O indivíduo deve realizar atividades que sejam prazerosas a ponto de manter a prática regular. A caminhada, por exemplo, é uma atividade aeróbia fácil de seguir, dependendo apenas de roupas adequadas e de um bom tênis, mas outras atividades também são bem-vindas”, comenta o prof. dr. Paulo Henrique Waib, responsável pelo Centro de Pesquisas em Hipertensão e Metabolismo da Faculdade de Medicina de Marília

Adultos jovens que praticam exercícios de alto nível ou até profissional; aqueles partir dos 35 anos, especialmente se não havia prática prévia de atividade, com atenção especial após os 60 anos, fazem parte do grupo que precisa de orientação médica prévia.

Portadores de doença coronariana ou cardíaca ou com suspeita destas patologias devem procurar um cardiologista. Em casos que existe histórico de risco cardiovascular, o indivíduo deve fazer uma avaliação clínica anual, no mínimo. Em casos comprovados, além da avaliação inicial pré-atividade, a cada três ou quatro meses podem ser solicitados exames complementares.

Benefícios da alimentação

Comer muitas verduras, legumes, frutas, carnes magras e pequenas porções diárias de arroz com feijão contemplam uma dieta ideal para a saúde cardiovascular. Com nutrientes bem variados e que se complementam, um prato que contenha pelo menos cinco cores, e de acordo com a pirâmide alimentar, é saudável, rico em vitaminas e forma uma refeição completa.
O cálculo da quantidade de calorias diárias necessárias deve se adequar ao gasto calórico com exercícios, à massa corporal atual e àquela que pretende atingir.
Em pacientes hipertensos, por exemplo, a atenção com o sal deve ser redobrada, assim como os portadores de dislipidemias, e devem evitar o consumo de gorduras saturadas e trans, responsável pela gordura abdominal, fator para evolução do diabetes, insuficiência cardíaca, angina e dor no peito.

Fonte: A Tribuna do Mato Grosso

MASSAGEM E ACUPUNTURA

Massagem Anti-stress e relaxante, Drenagem manual e Acupuntura para alívio de dores e tensões, relaxamento, melhora do rendimento e performance e tratamentos diversos.
Sessões semanais, quinzenais ou esporádicas, de acordo com necessidades individuais.

Mais Wellnes! - O PROGRAMA

Mais Wellness! - Personal Training é um programa completo de atividade física e seu principal objetivo é levar bem-estar e qualidade de vida a qualquer pessoa.
O movimento é para todos, e é através dele que você equilibra seu corpo, torna-se mais saudável, mais bonito (a) e mais satisfeito (a) com sua vida em geral.
Além dos inúmeros benefícios físicos e fisiológicos, a atividade física tem importante papel na saúde emocional, aumentando a auto-estima, a satisfação pessoal e a sociabilização.
O Programa é totalmente individualizado e direcionado de acordo com necessidades e objetivos pessoais, assim como possíveis limitações, restrições ou necessidades especiais.
As sessões podem ser de 1 a 6 vezes semanais, partindo do princípio que 3 é melhor que 2, mas 1 é melhor que nada e todos tem direito a uma rotina mais saudável e ativa.
A inclusão da atividade física em sua rotina de vida às vezes pode ser um processo mais difcíl para algumas pessoas e nossa intenção é dar o suporte necessário para isso.
Programas especiais para Gestantes, Melhor Idade e Crianças.

ATIVIDADES
As atividades são variadas e na maioria dos casos é feita uma programação completa, buscando um equilíbrio físico. São levados em consideração gostos pessoais, objetivos e recursos materiais.
Podem ser feitas na própria casa, prédios, condomínios, ruas, parques ou academias.

*ALONGAMENTO*CONDICIONAMENTO.FÍSICO*RESISTÊNCIA*CORREÇÃO.POSTURAL*FORÇA*PILATES*MUSCULAÇÃO*TREINAMENTO.FUNCIONAL*GESTANTES*PROGRAMA.BABY.E.KIDS*MELHOR.IDADE

COMO FUNCIONA O PROGRAMA
É feita uma consulta sem compromisso para apresentação do programa e avaliação mais detalhada das suas necessidades e objetivos, assim como do espaço físico e dos materiais disponíveis.

MATERIAIS
Os recursos materiais necessários dependem das atividades escolhidas. Podem fazer parte do espaço físico (no caso de academias, parques, salas de ginástica em prédios), ser levados por mim como alguns acessórios (bola, elásticos, pesos, barras), ou ser adaptados (escadas, bancos, garrafas, cordas).
A falta de materias ou espaço específico não é motivo para deixar de fazer atividade física!
Muitas atividades são feitas com uso mínimo de materiais, assim como muita coisa pode ser adaptada ou em último caso adquirida com poquíssimo investimento.

O INÍCIO
Você será orientado a fazer alguns exames de rotina e  uma libtereração médica para a realização da atividade física. Após isso, faremos uma Avaliação Física, que consta de alguns testes físicos e medidas corporais, feita periodicamente (a cada 3 ou 6 meses) para acompanhamento dos resultados.

ADAPTAÇÃO
O início do treinamento são sessões de adaptação à atividade, incluindo exercícios mais básicos e gerais, seguindo uma progressão gradativa de acordo com a resposta individual.

PRIORIDADES E OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Após a fase de adaptação, será dada ênfase às prioridades e objetivos específicos, porém sempre trabalhando o corpo e suas capacidades como um todo.

MASSAGEM E ACUPUNTURA
Também atuo com Massagem anti-stress e relaxante e Acupuntura, para alívio de dores e tratamentos diversos.

DÚVIDAS E SUGESTÕES:
Favor enviar email para marcela140582@hotmail.com 

terça-feira, 17 de março de 2009

GRÁVIDAS... E CORREDORAS!


A prática de atividade física na fase de gestação é benéfica para a mãe e o bebê. Saiba como obter o melhor das passadas neste período.

A gravidez é um período quer requer diversos cuidados e atenções. Mas isto não significa que as futuras mamães precisam deixar de fazer tudo aquilo que estão acostumadas e ficarem estáticas durante nove meses. Muito pelo contrário, pois praticar exercícios nesta fase traz inúmeros benefícios para as mulheres e os bebês.“Estudos mais recentes recomendam e ressaltam a importância da atividade física na gravidez. Praticar exercícios melhora a qualidade da mãe, que fica mais saudável, e contribui para o desenvolvimento da criança antes e depois do nascimento”, diz Alexandre Lima, professor de educação física e diretor técnico da assessoria esportiva Filhos do Vento.
“Realizar exercícios durante a gestação é excelente e sempre recomendável. A mulher que pratica esportes fica com a musculatura mais forte e suporta melhor a sobrecarga da gravidez. Além disso, a atividade física também melhora a respiração da mulher, a oxigenação do bebê e facilita o parto normal”, explica o ginecologista e obstetra Jorge Naufal, diretor do Hospital e Maternidade Neomater e autor do livro “Gravidez, um caminho seguro”.
Por ser uma atividade de impacto, a corrida não é indicada para as futuras mamães que nunca praticaram o esporte. Elas devem optar por atividades como natação ou hidroginástica. Porém, as mulheres que já estão habituadas a correr, podem continuar com os treinamentos durante a gravidez, desde que autorizadas pelo médico.
“Durante a gravidez, a mulher pode continuar correndo normalmente, desde que seja em um terreno plano e não acidentado, para evitar risco de quedas e torções”, completa Naufal.Além disso, os treinamentos devem ser mais leves do que a corredora estava acostumada a fazer anteriormente, conforme explica Alexandre Lima:
“Os treinos na fase de gestação são mais voltados para a qualidade de vida, a manutenção de peso e para aliviar o estresse. Eles devem ser realizados com 70% da FC Máx. (frequência cardíaca máxima) e percepção de esforço na faixa de leve a moderado”.
As mamães completam:
“Descobri que estava grávida logo depois de completar minha terceira maratona. A partir daí, diminui consideravelmente o ritmo nos treinos, e sempre tomei o cuidado de controlar os batimentos cardíacos”, diz Claudia Lacerda, 35, advogada, mãe do pequeno Vitor, de 6 meses. “Correr durante a gravidez me trouxe diversos benefícios físicos e psicológicos. Não senti nenhum incômodo, tive uma gestação tranquila e consegui manter o peso. Além disso, não fiquei ansiosa e a corrida me ajudou muito a controlar o nervosismo. Só quando tive que parar com os treinos é que comecei a ter desejos malucos e comer descontroladamente”, conta Claudia.
Fim dos treinos
Algumas mulheres conseguem correr ou caminhar até o último mês de gravidez, e o momento certo de interromper os treinos varia muito de pessoa para pessoa, por isso, é importante conhecer os limites do próprio corpo e ficar atenta a qualquer sinal.
“A mulher pode correr até o final da gravidez, desde que isto não se torne uma atividade muito exaustiva. A gestante precisa conhecer os próprios limites, e interromper a atividade física a qualquer sinal, como falta de ar, taquicardia ou se começar a subir a pressão”,
alerta Naufal.“A hora de parar é algo natural, porque em determinado momento a corrida passa a ficar desconfortável, interrompi os treinamentos no sétimo mês de gravidez, quando comecei a sentir algumas dores nas costas. Mas dois meses após o nascimento do Vitor já estava correndo novamente”, conta Claudia.
Fonte: O2 por Minuto.

PESQUISA MOSTRA QUE MUITOS NÃO TÊM ORIENTAÇÃO ADEQUADA

"Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde aponta que um em cada cinco paulistas é sedentário ou não pratica atividade física de maneira adequada para manter a saúde em dia.
O resultado é fruto de uma pesquisa de campo realizada em 2008 que ouviu 2,6 mil pessoas de ambos os sexos, acima de 14 anos, de diferentes faixas etárias, escolaridade, classes sociais e profissões na cidade de São Paulo e outras 13 regiões do Estado.

A pesquisa apontou, ainda, que as mulheres continuam sendo mais ativas fisicamente que os homens. Entre os entrevistados do sexo masculino houve 58,3% de ativos e 19,9% de muito ativos. Já entre as mulheres foram 71% de ativas e 11,9% de muito ativas."
Fonte:
www.uol.com.br

Portanto................

Oriente-se com um profissional de Educação Física!

Além da segurança em se fazer uma atividade orientada e da atenção na execução dos exercícios, é o único profissional habilitado em prescrição de treinamento, programando suas atividades de forma a potencializar os seus resultados e atingir seus objetivos de forma rápida, segura e motivante.